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Além do contacto direto com as práticas agrícolas, o birdwatching é um dos grandes destaques do percurso, sendo o Vale do Pranto um dos melhores locais do Baixo Mondego para observar garças, colhereiros, íbis-preto e muita outras aves aquáticas, além de ser um paraíso para amantes de libelinhas. O rio Pranto, afluente sul do Mondego já na zona do estuário, é a linha de água que molda esta paisagem única, essencial para a cultura do arroz e para a preservação dos ecossistemas locais. Se procura um percurso que combine paisagens autênticas, tradição agrícola e biodiversidade, o Vale do Pranto é um dos melhores destinos para caminhar ou pedalar no concelho da Figueira da Foz. Trata-se igualmente de uma zona apropriada para umas pedaladas suaves ou para experimentar os vários aparelhos de fitness espalhados junto ao rio, até à pequena Praia do Forte, onde encontramos um bar de praia que é um spot de excelência para um por de sol a dois ou em família. O Miradouro do Cabo Mondego, localizado na encosta marítima ocidental da Serra da Boa Viagem, oferece vistas deslumbrantes da cidade, do mar e de toda a costa sul.
O Núcleo Museológico do Sal, nas salinas junto à Morraceira, explica a produção de sal na região. Além do Museu Municipal Dr. Santos Rocha, existem núcleos que guardam tradições locais. O Forte de Santa Catarina, junto ao Espelho de Água, e a muralha a norte da praia são visitas recomendadas. O Cabo Mondego, Monumento Natural Nacional, é também um local chave para perceber a geologia do Atlântico e observar marcas do Jurássico. Há opções para quem gosta de sol e mar, cultura, passeios e aventura.
Balgarpir organiza Tertúlia de Saltos Altos, dia 7 de março
- Na nossa viagem iniciamos o roteiro por Vila Nova de Foz Côa e terminamos na região de Pinhão, unicamente por uma questão logística relacionada com a reserva da visita a uma quinta.
- Aproveite ainda para visitar o Museu do Caramulo e o Caramulo Experience Center, os dois museus dedicados à paixão automóvel.
- A oferta de restaurantes, marisqueiras, casas de petiscos, tascas e bares é tanta que nem sabemos para onde nos virar.
- A somar a esse (grande) atributo paisagístico, ainda tem um riquíssimo património histórico que dá gosto explorar.
- No seu Centro Interpretativo, poderá observar uma maqueta da cidade medieval e, no piso superior, poderá obter uma magnífica vista sobre toda a cidade.
Confessamos que o arroz de marisco que por lá se come também pesou na eleição. Mar dum lado, pinhal do outro e uma vila de veraneio perfeita. Em 2018 a Praia da Nazaré até conquistou o galardão da praia mais acessível de Portugal. A vila piscatória da Nazaré é sinónimo de mulheres de sete saias, de barcos coloridos, de peixe seco, de extensos areais, de barraquinhas de toldo listadas e ondas gigantes que já correram mundo de tão impressionantes que são. É aqui que o mar entra na baía e a paisagem é verdadeiramente indescritível.
Abaixo encontra os nossos alojamentos favoritos onde ficar numa escapadinha a Montemor-o-Velho – testados e aprovados por nós – e que apresentam a melhor relação qualidade-preço da região. A melhor altura do ano para visitar Montemor-o-Velho é nos meses quentes, de maio a setembro. É sede de município e fica às margens do Rio Mondego, o maior rio português que nasce na Serra da Estrela e desagua no Oceano Atlântico na Figueira da Foz. A vila portuguesa de Montemor-o-Velho pertence ao distrito de Coimbra, cidade da qual dista 30 km, no Centro de Portugal.
PERCORRER AS SALAS DE EXPOSIÇÃO DO CAE
O concelho de Arganil tem algumas das aldeias de xisto mais bonitas do centro de Portugal, todas elas perfeitas para trocar a rotineira azáfama citadina por dias ímpares num ambiente de puro bucolismo. É uma praia que conjuga na perfeição o mar e a serra, contando com vistas maravilhosas sobre os riachos do Cabo Mondego. Assim, deixamos-lhe algumas das melhores praias da Figueira da Foz. A Rota das Salinas da Figueira da Foz é um dos melhores trilhos da região costeira de Portugal, no centro do país. Clique no canto superior direito para aumentar o mapa das praias de Peniche.
Rota das Salinas
Siga o Mondego até à sua foz e marque encontro com o mar no seu roteiro para visitar Montemor-o-Velho. No verão, não há melhor lugar para mergulhos refrescantes num roteiro para visitar Montemor-o-Velho do que a Praia Fluvial da Ereira. É muito provável que a sua romaria comece numa das pastelarias da vila, outrora condado. A vila tem ainda pavilhões desportivos, polidesportivos a céu aberto, campos de futebol, um centro equestre e quilómetros de trilhos para dar à sola ou bombar numa BTT. O lema “a remar para o sucesso” não podia ser melhor escolhido para o Centro Náutico de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho. O Mondego é obrigatório num roteiro para visitar Montemor-o-Velho, portanto, pode começar por este plano de água com mais de 2000 m de extensão perfeitamente integrado na paisagem agrícola.
Os dias de chuva são ideais para uma experiência gastronómica memorável. Mais do que um mercado, é um espaço vibrante que proporciona uma experiência autêntica da vida local. Passeie pelas bancas recheadas de peixe fresco, queijos, enchidos e flores, e descubra os sabores e produtos típicos da região.
O imóvel, classificado como de Interesse Público, está sob a alçada da Câmara Municipal e tem estado sujeito a tempos de indefinição – chegou a ser alvo de um projecto e obras para a sua transformação em hotel, mas os planos saíram gorados. Como chegámos com aviso prévio, tivemos direito a que as portas do edifício construído no século XVII – com aproveitamento de estruturas do século XIV – se abrissem. A Rota dos Arrozais tem início naquele que é um dos maiores pontos de interesse da vila, o Paço de Maiorca, também conhecido como Paço dos Viscondes de Maiorca. O outro percurso pedestre, com 13 quilómetros, gira à volta dos arrozais de onde sai o “melhor arroz carolino”, exalta Alexandrina Reis, produtora local que está também ligada à Confraria do Arroz Doce, criada, precisamente, para valorizar o grão cultivado no Baixo Mondego. César Galocha, habitante da freguesia, começa por destacar as duas rotas desenhadas no território. E tem tanto para visitar”, atesta Maria José Sousa, autora da monografia “Pedaços de Maiorca Bela” e que acaba por nos explicar a razão de ser do nome da terra (ver caixa).
Fenícios, Romanos e Lusitanos terão ocupado este espaço, sendo este o monumento mais antigo da cidade da Figueira da Foz. Começando em Sanfins, na freguesia de Rocas de Vouga, este passadiço circular acompanha o percurso do rio Gresso, com nascente na serra do Arestal. A aldeia distingue-se pela tonalidade única do xisto, presente até no chão bem trabalhado, marca de artesãos hábeis que são marca da serra e que leva o nome de Gondramaz mais longe. Mas o melhor de tudo é mesmo vivenciar a experiência de passar uns dias de paz, em comunhão com a natureza circundante.
O principal cartão de visita da vila é a Igreja Matriz de Torre de Moncorvo, uma enorme catedral que está classificada como Património Nacional e considerada por muitos a mais bonita quiaioshotel.pt igreja de Trás-os-Montes. Uma vila que concilia a história com as paisagens fantásticas sobre o Rio Douro e para os Lagos do Sabor tornando-a também num destino de natureza fantástico. A norte do Douro fomos conhecer a vila transmontana de Torre de Moncorvo, uma vila histórica com um vasto património arquitetónico. A temperatura do exterior era tão apetecível como a temperatura da água e logicamente não resistimos a dar um mergulho. E assim descobrimos esta magnifica praia, com um enquadramento paisagístico incrível e com uma zona para esticar a toalha com relva bastante confortável. Uma vez em Vila Nova de Foz Côa dê uma volta pelo seu centro histórico que é bem acolhedor e com apontamentos arquitetónicos de excelência.
Além disso, temos, claro, todas as esplanadas de praia e avenidas marginais da extensa costa figueirense, locais privilegiados para observar o crepúsculo do “deus sol”, aqui já mais confortavelmente instalado e nutrido… Mais a norte, sugerimos a Praia da Murtinheira, de vastos horizontes e com o imponente enquadramento da serra da Boa Viagem; no interior do concelho, escolhemos desta vez o Monte de Santa Olaia (ou Eulália), em Ferreira-a-Nova, um entardecer tranquilo nos verdes campos do Mondego. Mas sem dúvida que o cenário mais espetacular se encontra no estuário, por isso, leve então um par de binóculos, arranje uma boa máquina fotográfica e um guia de aves, roupa confortável, calçado robusto e impermeável para os dias mais húmidos e entre no maravilhoso mundo do birdwatching. Com o desenvolvimento da vegetação na chamada ante-praia, as praias urbanas da cidade oferecem também já uma grande diversidade de espécies, que aí se alimentam e nidificam, observáveis dos passadiços.
As mais conhecidas são as praias Azul, da Física, do Centro, das Amoreiras, de Santa Helena, da Formosa, do Navio, do Mirante e do Pisão. Saber qual a praia mais adequada para si é meio caminho andado para transformar umas boas férias de verão no Centro de Portugal em algo simplesmente inesquecível. Neste artigo vamos revelar-lhe as nossas praias do Centro de Portugal favoritas, perfeitas quer para uma escapadinha de fim-de-semana, quer para umas deliciosas férias de praia quando chegam os doces meses quentes de verão. Situa-se mesmo em frente da cidade, mas ao saíres da água irás aperceber-te do frio que se faz sentir na Figueira. Tal como a de Buarcos esta é outra grande praia na cidade.
